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quinta-feira, 8 de outubro de 2020

Língua Portuguesa - Semana 13 a 25 de outubro - Professora Erica - 3ºA, B e C

 Atividade referente à semana de estudos intensivos. 13 à 25/10

Língua Portuguesa. 3A, B, C

Prof. Erica. Enviar a atividade para o email: prof.ericadila@gmail.com

Lusofonia

nome feminino

1.condição de lusófono; qualidade do que fala português

2.conjunto dos falantes de português


3. conjunto dos países que têm o português como língua oficial ou dominante

https://www.infopedia.pt/dicionarios/lingua-portuguesa/lusofonia

“Além de Portugal (responsável pela colonização do Brasil), país do qual herdamos não só

o idioma, mas também outros aspectos culturais, outros países pelo mundo adotaram a

língua portuguesa como idioma oficial. Ao todo, nove países fazem parte do chamado

mundo lusófono, adjetivo que classifica os países que têm o português como língua oficial

ou dominante”

https://www.google.com/amp/s/m.brasilescola.uol.com.br/amp/gramatica/historia-

lingua-portuguesa-no-mundo.htm

Agora que você já conheceu um pouco o conceito de lusofonia, vamos para as atividades da

apostila Linguagens e códigos. vol. 3 . 3 ano do Ensino Médio. Caderno do aluno

Literatura de Língua Portuguesa e literatura de Língua Africana

Pág. 101 à 103. Atividade 3. Leia os textos I, II e III e responda as questões referentes aos

textos.

Língua Portuguesa - Semana 05 a09 de outubro - Professora Nelma - 1ºC, 2ºE e 3ºD

 ATIVIDADE DE LÍNGUA PORTUGUESA – de 05 a 09 de outubro


Instruções:

 Pode ser feito no caderno, enviando foto das respostas por meio do whatsapp.

1) Leia o texto.


Cultura Caiçara – Ilhabela


O município de Ilhabela se estende por 347,5 km² e no último censo, contava com

34.970 habitantes. A densidade demográfica é de 100,6 habitantes por km² no território do

município. Espalhados pelas ilhas de São Sebastião, dos Búzios e da Vitória existem 18 núcleos

de comunidades tradicionais caiçaras, onde cerca de 1,2 mil moradores vivem quase que

exclusivamente da roça de subsistência e da pesca artesanal, cujo excedente é

comercializado.

Caiçara é uma palavra de origem tupi, cujo significado é cerca de ramos. Os indígenas

colocavam estacas e galhos de espinhos em torno de suas aldeias como forma de defesa, e

também era como eles denominavam o curral feito de galhos de árvores fincados na água para

cercar o peixe. Com o tempo o termo passou a se referir aos habitantes das zonas litorâneas de

São Paulo, Paraná e Sul do Rio de Janeiro.

As comunidades caiçaras surgiram no século XVI, a partir da miscigenação genética e

cultural do colonizador português com o indígena do litoral, o que também era uma forma de

fazer com que os colonizadores se estabelecessem no Brasil. Faziam amizade com os chefes

tribais e ligavam-se às grandes famílias por meio do


casamento, portugueses (e também os franceses, que tentaram se estabelecer na Guanabara)

passavam a contar com numerosos grupos que os auxiliavam em seus projetos comerciais e,

principalmente, de colonização.

O indivíduo caiçara ganha um novo traço étnico a partir do século XVII, com a chegada

de escravos africanos ao país.

Dentre as grandes festas de Ilhabela estão a de São Pedro; a da Padroeira, Nossa

Senhora D’ajuda e Bom Sucesso; e a maior delas, a de São Benedito, durante a qual acontece

a Congada de Ilhabela.

O avançar do século XX e a chegada de veranistas e turistas às cidades litorâneas,

produziram uma modificação profunda na cultura e no próprio modo de vida dos núcleos

caiçaras periféricos. Em Ilhabela, por exemplo, até a década de 1960 os moradores dos

diversos núcleos – ou comunidades –caiçaras espalhados pelo arquipélago tinham como

principal ocupação a agricultura de subsistência, tendo a pesca como segunda atividade.

Com a especulação imobiliária voltada para a região e o vertiginoso aumento

populacional verificado nos últimos 30 anos, foram muitos os que deixaram também de ser

pescadores-agricultores, pois foram morar em grandes centros urbanos ou em áreas em

processo de ocupação desordenada localizadas em São Sebastião, Ilhabela ou Caraguatatuba.

Curiosidade: O caiçara possui um linguajar que é único, herança do português arcaico,

com palavras e termos que não são encontrados em outros lugares. Com acentuado “sotaque”,

o linguajar do caiçara vigora a uma diferente acentuação das palavras e a troca do “b” pelo “v”

e vice-versa.

Disponível em https://www.ilhabela.com.br/dicas-da-ilha/cultura-caicara/ e

https://naturam.com.br/ilhabela/cultura/ e https://www.cidade-brasil.com.br/municipio-

ilhabela.html 12/08/2020


a) Faça leitura silenciosa do texto; em seguida leia em voz alta para alguém de sua casa.

b) A quem esse tipo de texto é destinado, isto é, qual o público-alvo do texto Cultura

caiçara – Ilhabela? Justifique sua resposta dizendo o porquê você tem essa

opinião.

c) Você conhecia a origem da palavra caiçara? Escreva o que você entendeu após ler

todo o segundo parágrafo.

d) Qual a relação dos caiçaras com o ambiente em que vivem?

e) De que modo essa relação, ou modo de viver, se assemelha com a dos indígenas e

quilombolas ( os ex-escravos africanos)?

f) O texto menciona sobre o linguajar (modo de falar) diferenciado do caiçara, há até

vídeos na página da Prefeitura de Ilhabela com esse linguajar “boneteiro” . Cite

algumas expressões próprias desse modo de falar, tão legítimo de um caiçara de

Ilhabela. Escreva os argumentos que você usaria para uma apresentação de Ilhabela,

a fim de despertar o interesse de alguém para vir conhecer famoso arquipélago; e a

seguir, continuando o texto termine por dizer por que viver na Ilha é tão especial.

g) Com base no texto que você leu e respondeu nas questões acima, responda: por que é

possível a seguinte afirmação “A cultura de um povo é muito importante.”

segunda-feira, 17 de agosto de 2020

Língua Portuguesa - Semana 17 a 28 de agosto - Professora Erica - 3ºA, B e C

 Atividade remota referente a semana 17 à 28/08. Semana de estudos

intensivos Língua Portuguesa/ Turmas 3 A, B, C

Vamos retomar sobre as características e estrutura do artigo de

opinião, para isso é necessário que pesquise acerca do tema e reveja o

vídeo “ artigo de opinião” disponível no Google classrom e no grupo do

Facebook” Língua Portuguesa. Prof.Erica. A atividade deverá ser enviada

para o email. Prof.ericadila@gmail.com ou na ferramenta Google clasrom

disponível no CMSP.


Leia o texto para responder as questões a seguir.


CHEGA DE VIOLÊNCIA!


Aluna Débora de Sousa Magalhães

Professor Maurício Araújo


 A violência contra a mulher no Brasil vem aumentando

assustadoramente.  A cada 12 segundos, uma mulher é violentada, dados

altíssimos se comparados aos outros países.  61% das mulheres assassinadas

são negras e 36% dos casos acontecem ao final de semana por seus

parceiros. As leis deveriam ser mais rígidas para os que cometem esses tipos

de violência, ou então, chegaremos a números ainda mais alarmantes.

            Muitas mulheres se casam e depositam toda sua confiança em um

relacionamento conjugal, com a certeza de serem felizes. Elas se unem e

acreditam ter encontrado o amor de sua vida. Depois vêm os filhos, surgem os

problemas financeiros e as brigas começam a aparecer. Logo pensa em

separação, mas desistem ao imaginar que não teriam capacidades de viverem

sozinhas.

            Seus ferimentos são muitos. Além dos físicos, existem os traumas

psicológicos com sequelas para o resto da vida. O que falta ainda para as

mulheres terem o seu valor é coragem de denunciar os abusos sofridos. Elas

precisam fazer isso não pensando na consequência de suas denúncias, mas

sim, na solução desses problemas.

            Em 2006, foi aprovada a Lei Maria da Penha com intuito de proteger

mulheres de agressões, mas poucos foram os seus avanços. A violência ainda

continua em diversos lares. Os casos de agressões são praticados, em sua

maioria, por seus parceiros, namorados, ex-companheiros ou até parentes.

            Para ajudar as vítimas dessa violência desenfreada, é necessário ter

mais delegacias, casas de apoio para as mulheres e projetos públicos que

incentivem a participação da comunidade em denunciar os crimes e protegê-

las. As leis também devem ser mais rígidas e punir com mais justiça os

agressores. Oferecer um apoio psicológico tanto à vítima como também ao

agressor seria um meio de amenizar tais atos de abuso.  Apoio é o que elas

mais precisam, pois não é fácil conviver com a violência dentro da própria casa.


Magalhães, Débora de Sousa, Setembro de 2016 / 

Escola João Moreira Barroso/Prof. Maurício


1ª) Qual o tema do artigo de opinião?

2ª) Localize no 1º parágrafo a tese defendida pela autora.

3ª) Que fatos desencadearam a discussão sobre a violência contra as

mulheres?

 4ª) Localize no texto

a) uma opinião:

b) um fato:

5ª) A aluna Débora enumerou fatos que contribuem para discussões entre

casais. Escreva-os abaixo.

6ª) No trecho: “Em 2006, foi aprovada a Lei Maria da Penha com intuito de

proteger mulheres de agressões, mas poucos foram os seus avanços.” A

conjunção mas, que introduz a segunda oração, estabelece ideia de

a) explicação.

b) conclusão.

c) adição.

d) oposição.

7ª) Qual a proposta de solução apresentada pelo texto para resolver o

problema?


Língua Portuguesa - Semana 17 a 28 de agosto - Professora Nelma 1ºC, 2ºE e 3ºD






Atividade Quinzenal - Prof. Vinícius Rondon

     Olá queridos, Segue o link:  Clique Aqui Abraços e boa semana!