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segunda-feira, 20 de julho de 2020

Filosofia - Semana 20 a 28 de julho - Professor Aislan - 1º A, B, C



As diferentes posições sobre a felicidade e como ser feliz em meio às escolhas?

Em nosso cotidiano, ouvimos falar constantemente sobre o tema da felicidade. Muitas pessoas afirmam que desejam ser felizes, que querem alcançar a felicidade, ou que estão infelizes. Isso nos leva a refletir sobre as seguintes questões: a felicidade é um conceito objetivo ou subjetivo? Existe "a" felicidade ou cada um tem seu conceito sobre o que é ser feliz? Frente a estas dúvidas, a tendência é tentar negar a existência da felicidade. Perigosa tentação, pois às vezes é mais fácil negar a felicidade do que aceitar que ela existe e reconhecer que não a possuímos... Estamos frente a uma situação limite... pouco discutida e que quase não é refletida em nosso cotidiano corrido... Você já parou para pensar sobre o que é a felicidade? Você já se perguntou um dia por que todo mundo a deseja ou acredita na sua existência?



Desde a Grécia Antiga os filósofos já se ocupavam sobre a questão da felicidade. Em especial, um grande filósofo chamado Aristóteles já postulava importantes considerações sobre esse tema. Segundo ele, todas as coisas que existem tendem para um fim. O homem, por sua vez, também existe para uma finalidade: “ser feliz”. Nesse sentido, Aristóteles constata que existe um grande consenso entre os homens: “todos querem ser felizes”; mas também há um grande descenso entre eles: “O que é a Felicidade?”. Como o próprio autor afirma em sua obra Ética a Nicômaco: “Todos estão de acordo e dizem ser o fim do homem a felicidade e identificam o bem viver e o bem agir com o ser feliz. Diferem, porém, quanto ao que seja a felicidade, o homem limitado não a concebe da mesma forma que o sábio”. Sendo assim, nem todos os homens compreendem a felicidade de maneira semelhante.



Para resolver esse dilema, Aristóteles afirma que o homem verdadeiramente feliz é aquele que age segundo sua própria natureza, isto é, que age racionalmente e visa ser virtuoso, visto que para esse filósofo grego, a essência do homem é sua razão, pois todos tendem ao saber. Mas qual é de fato a nossa natureza? Muitos dizem que somos seres essencialmente bons, outros dizem que somos naturalmente maus e egoístas. Mas podemos acreditar também que somos seres inacabados... incompletos... que ao invés de nascerem com uma essência pré-estabelecida, buscam construir esta suposta essência na própria existência, na vida real, no cotidiano. Assim sendo, podemos ser tanto anjos como demônios. Nossa natureza depende de nossas escolhas, e devido a isso, nossa felicidade também dependerá delas.



É o que afirma o filósofo francês Jean-Paul Sarte em sua obra “O Existencialismo é um Humanismo” : “Se verdadeiramente a existência precede a essência, o homem é responsável por aquilo que é. Assim, o primeiro esforço é o de pôr todo homem no domínio que ele é, de lhe atribuir a total responsabilidade da sua existência. E, quando dizemos que o homem é responsável por si próprio, não queremos dizer que o homem é responsável pela sua restrita individualidade, mas que é responsável por todos os homens”. Dessa maneira, eliminando uma natureza pré-definida que nos dirá o que é ser feliz, podemos analisar uma outra perspectiva sobre o tema, afirmando que a felicidade se encontra na forma como fazemos nossas escolhas, ou seja, encarando a vida da maneira como ela realmente se apresenta, vivendo-a intensamente com responsabilidade.



Ora, encarar a vida tal como ela se apresenta não é tarefa fácil. Somos seres jogados na existência e estamos condenados a fazer escolhas. Cada possibilidade de existência assumida significa a renúncia de outro modo de vida. Dessa maneira, podemos acertar ou errar, ganhar ou perder. Tudo depende de nossas escolhas. A angústia é a disposição emocional que nos acompanha neste drama da existência. Como então ser feliz em uma realidade tão dura como essa?



A felicidade não é uma disposição emocional. Ser feliz não é estar sempre alegre. O sofrimento e a angústia também fazem parte da vida e da própria felicidade. Se tudo na vida fosse só alegria, as pessoas não dariam real valor a felicidade... Às vezes, é preciso chorar para sabermos o quanto é bom sorrir... é preciso sentir saudades para saber o quanto gostamos de alguém... Às vezes, quando temos tudo, nada parece ter valor. A vida é constante movimento, ela é um antes, um durante e um depois. Por isso, devemos viver o momento, sem deixar de olhar para nosso passado e nos projetar para o futuro. Os momentos difíceis são parte integrante da vida e deles não podemos escapar. No entanto, estes momentos são necessários para que possamos valorizar os acontecimentos felizes e encontrarmos a felicidade. É partindo desse ponto de vista, que o filósofo Karl Jaspers ressalta: "Os problemas e conflitos podem ser a fonte de uma derrota, uma limitação para a nossa potencialidade, mas também podem dar lugar a uma maior compreensão da vida e o nascimento de uma unidade que se fortalece com o tempo."



Frente a estes pontos de vista, esse artigo chega a conclusão de que a felicidade não deve ser entendida como um objetivo ditado por uma essência pré-definida existente no homem, ou como um sentimento. A felicidade pode ser entendida como a própria vida sendo vivida de maneira intensa e responsável nas próprias escolhas do dia-a-dia, seja nas alegrias ou nos sofrimentos, buscando sempre tirar um aprendizado para aquilo que ocorre conosco. Como afirma Erich Fromm: “buscar a felicidade é como caçar borboletas: quanto mais você tenta, mais ela foge. No entanto, se você deixar a borboleta voar e se preocupar com outras coisas, ela pode até pousar em seus ombros”.



Arnin Braga




Responda:




Quais são os principais problemas filosóficos levantados logo ao início do texto a respeito do tema da felicidade?

Desde que período os filósofos tratam do tema da felicidade e o qual o principal filósofo a abordar este tema?

O que Aristóteles afirmava em relação à finalidade última do homem?

Qual a principal divergência entre os homens quando o assunto é a busca pela felicidade?

O que Aristóteles afirma em relação ao homem verdadeiramente feliz?

Para Aristóteles qual a essência do homem?

O que o texto afirma em relação à natureza humana?

O que o filósofo Sartre afirma sobre a responsabilidade?

quarta-feira, 17 de junho de 2020

Filosofia - Semana 15 a 19 de junho - 1º A e B - Professor Aislan

Filosofia
Profº: Aislan
Turma : 1 ANO A/B.

Racismo no Brasil?
Autor: Ilidio Teixeira
(Texto na íntegra disponível no
site: http://www.spiner.com.br/modules.php?name=News&file=article&sid=901&page=2 )

Racismo no Brasil é, no mínimo, uma atitude de ignorância às próprias origens.
Qual é o antepassado do “verdadeiro brasileiro”? Indígena (os primeiros povos a
habitar a terra do ‘Pau Brasil’)? Os negros (que foram trazidos para trabalhar como
escravos e, ainda, serviram de mercadoria para seus senhores)? Os portugueses
(que detém o status de descobridores desta terra)? Porém, pode ser a
miscigenação de todas as raças, como vemos hoje? Afinal de contas, aqui se
instalaram povos de todos os lugares do mundo. Portugueses, espanhóis, alemães,
franceses, japoneses, árabes e, ultimamente, peruanos, bolivianos, paraguaios,
uruguaios e até argentinos vivem neste país que é hospitaleiro para com os
estrangeiros e, por vezes, hostil com sua própria população.
Quantas pessoas mestiças nascidas no Brasil você conhece ou, pelo menos, já
viu? Quantas vezes você ouviu alguém dizer que...”meu avô era africano, minha avó
espanhola”, ou então...”meu pai é japonês e minha mãe é árabe”? Quando
representantes ‘tupiniquins’ participam de eventos esportivos ou sociais, o que
vemos são pessoas de diferentes raças, mas apenas um sangue e somente uma
paixão: o Brasil.

O que existe por aqui é muito racismo camuflado e que todo mundo faz questão de
não enxergar. Os alvos, mesmo que inconscientemente, sempre são os mesmos.
Negros, mestiços, nordestinos, pessoas fora do padrão da moda, ou seja, obesos,
altos demais, baixos ou anões e, principalmente, os mais pobres sofrem com a
discriminação. Muitos não conseguem emprego, estudo, dignidade e respeito.
Estes não têm vez na sociedade brasileira!Para exemplificar isso, basta visitar as
faculdades, os pontos de encontro (como bares, danceterias, teatros e cinemas) ou,
até mesmo, se tiver mais coragem, verificar o revés da história, ou seja, favelas e
presídios. Claramente, nesses lugares, este racismo hipócrita e camuflado vem à
tona e causa espanto em muitas pessoas que não ‘querem’ encarar a verdade dos
fatos.

Segundo a Constituição Brasileira, qualquer pessoa que se sentir humilhada,
desprezada, discriminada, etc...por sua cor de pele, religião, opção sexual...pode
recorrer a um processo judicial contra quem cometeu tal atrocidade. Mas, neste
país, a verdade é que ninguém encara isto seriamente.
Precisamos mudar essa difícil realidade! O brasileiro tem de valorizar suas origens,
para que um dia este país tenha condições de lutar com igualdade pelos seus
direitos e por todos nós.


ATIVIDADES:
Após leitura e análise do texto responda as questões em grupo registrando as
mesmas:

1) Exemplifique por que o autor diz que o racismo no Brasil é um ato de
ignorância?

2) Por que o autor diz que este país é hospitaleiro com os estrangeiros e,
muitas vezes, hostil com sua população?

3) Precisamos mudar essa difícil realidade! “A que o autor se refere? O que
tem que ser diferente? Faça um pequeno levantamento do qual você
considera ser realmente necessário para que esse nosso país seja
realmente justo?

Propomos em seguida uma entrevista/questionário em relação à questão
étnica, tendo como enunciado: “como você se autodeclara"?

1) Em relação à cor da pele, você se considera?

( ) Branco
( ) Pardo
( ) Negro
( ) Amarelo (Oriental)
( ) Vermelho (Indígena)
( ) Prefiro não declarar

2) Entre seus amigos próximos, há pessoas que têm a cor da pele diferente da
sua?

( ) Sim, uma
( ) Sim,algumas
( ) Sim,a maioria
( ) Não

3) Entre seus familiares, há pessoas que têm a cor da pele diferente da sua?

( ) Sim,uma
( ) Sim, algumas
( ) sim a maioria
( ) Não

4) Você convive diariamente com pessoas que tem a cor da pele diferente da
sua ?

( ) Sim, com uma pessoa
( ) Sim, com algumas pessoas
( ) Sim, a maioria das pessoas com quem convivo
( ) Não

5) Você identifica algum preconceito de ordem étnica na sociedade brasileira?
(múltiplas escolhas)

( ) Não
( ) Sim, contra brancos
( ) Sim, contra negros
( ) Sim, contra afrodescendentes de um modo geral (negros, pardos, mulatos e
(cafuzos)
( ) Sim, contra os nordestinos (principalmente em São Paulo)
( ) Sim, contra os índios

6) Alguma vez você já foi discriminado devido à cor de sua pele dentro do
espaço escolar?

( ) Sim, uma vez
( ) Sim, várias vezes
( ) Não
( ) Não, me recordo

7) Você acredita que as formas de preconceito étnico (por cor da pele ou Estado
de origem) no Brasil...

( ) Ainda são muito fortes e prevalentes, e não vão mudar
( ) Ainda são muito fortes e prevalentes, mas estão diminuindo
( ) Não são mais tão prevalentes, o preconceito tem diminuído consideravelmente
( ) Não são mais tão prevalentes, mas ainda vai demorar muito tempo para diminuir
( ) Quase não há mais preconceito
( ) Não há preconceito

8) Na sua opinião, a participação da mulher na sociedade...

( ) É fraca e não há porquê mudar
( ) Ainda é muito fraca e custa a melhorar
( ) Ainda é fraca mas vem melhorando muito com o passar dos anos
( ) É fraca e não creio que vá mudar muito nos próximos tempos
( ) É moderada e ainda precisa melhorar
( ) Está boa e não precisa mudar
( ) Não tenho uma opinião formada sobre o assunto

9) Você identifica preconceito contra a mulher na sociedade brasileira?

( ) Sim, muito
( ) Sim, moderadamente
( ) Sim, um pouco
( ) Não

10) (Apenas Mulheres) Você já sofreu preconceito pelo fato de ser mulher?

( ) Sim
( ) Não

sexta-feira, 12 de junho de 2020

Filosofia - Semana 15 a 19 de junho - Professor Aislan - 1º A e B

ATIVIDADES A SEREM REALIZADAS:

Para realizar as atividades assista o vídeo no link abaixo e leia o texto a seguir.

Link: https://youtu.be/sU0u8huHVKA

Texto
Platão e nossa sociedade de consumo.

Platão é um dos filósofos clássicos da filosofia grega. Ele nasceu em Atenas em 428 a.C. e morreu em 348 a.C. Foi discípulo de Sócrates.

Na sua teoria das ideias propõe a existência de dois mundos, o mundo das ideias, ou mundo inteligível e o mundo dos sentidos, ou mundo sensível.

Mundo das ideias – mundo inteligível

No mundo das ideias existem todas as ideias primordiais, sendo que essas ideias são perfeitas e eternas. Uma cadeira, por exemplo, pode mudar o formato (redonda, quadrada, 3 ou 4 pés), mas ideia cadeira sempre será a mesma: um objeto para sentar. Só podemos alcançar essa realidade por meio da nossa razão.

Mundo dos sentidos – mundo sensível

O mundo dos sentidos para Platão é o mundo em que habitamos, o mundo material. Este mundo seria uma cópia do mundo das ideias de acordo com o pensamento de Platão. No entanto, por ser uma cópia, ela estaria sujeita ao erro e não seria eterna, e tem um tempo de duração.

Sociedade de consumo e o mundo das ideias.

Para o filósofo grego, o amor (Eros) era o desejo por aquilo que não se tem, o desejo na falta. Ou seja, o amor é o desejo, mas, apenas enquanto não possuo o ser desejado, assim, quando possuo o ser desejado, não há amor, pois não há desejo.

As pessoas envolvidas com marketing entendem como ninguém esse conceito, e, por entenderem muito bem, o aplicam à relação de consumo. Exemplificando fica mais fácil.

Muitas vezes possuímos um objeto que nos é útil, e cumpre com as funções que desejamos, contudo, a mídia nos bombardeia com a ideia de que precisamos de um objeto novo, pois o que possuímos já não possui utilidade. Assim, passamos a ter desejo por esse novo objeto, passamos a amá-lo, e a única possibilidade de resolver esse dilema, é possuindo o objeto desejado, isto é, comprando-o.

O celular é um dos grandes protagonistas dessa ideia. Não raras vezes queremos muito um celular, de modo que para realizar o desejo, o compramos. No entanto, logo depois de comprá-lo, surge um novo modelo, com, apenas algumas funções diferentes, o que já é suficiente para que a mídia nos bombardeie com a ideia de que a felicidade tem nome e sobrenome, e nós logo tratamos de comprá-la.

O mais engraçado de tudo isso é que quando compramos o objeto que antes era desejado, logo este perde o brilho, pois já existem novos objetos de desejo, mais bonitos, mais sofisticados, mais tecnológicos, e a mídia rapidamente trata de colocar em nossa mente a ideia de que a felicidade está ali. Somos reféns desse sistema, que forma um círculo vicioso de consumo.

Fontes: https://blogdoenem.com.br/platao-e-o-mundo-das-ideias-filosofia-enem/

http://obviousmag.org/genialmente_louco/2015/platao-e-a-sociedade-de-consumo.html


Atividades

Para realizar as atividades abaixo você precisará assistir ao vídeo “ Sociedade de consumo” e também ler o texto “Platão e a nossa sociedade de consumo”.

No vídeo “Sociedade de consumo” o professor Silvester Dias explica como funciona a máquina da sociedade de consumo. O primeiro tema que ele aborda é a relação entre a mídia e suas propagandas. Você vê e ouve muitas propagandas no seu dia-a-dia? Cite alguns exemplos.

Platão propõe a existência de dois mundos, quais são eles? Como é a realidade de cada mundo?

O que Platão fala sobre Eros e o desejo?

Cite um exemplo de como uma propaganda tenta convencer uma pessoa de que ela precisa de um produto para ser feliz.

quinta-feira, 7 de maio de 2020

Atividade semana 18 a 22 de maio - 1º A e B

PLANO DE AULA
(PARA O PERÍODO DE AULAS NÃO PRESENCIAIS)
ANO LETIVO 2020 – 1º BIMESTRE
NOME DA UNIDADE ESCOLAR: E. E Dr. Gabriel Ribeiro dos Santos 
PROFESSOR: Aislan Dos Santos
CONTEÚDOS:
Orientação sobre covid 19.
Leitura de diferentes gêneros textuais sobre o tema Coronavírus.

ATIVIDADES A SEREM REALIZADAS:
1ª aula: Leia os textos disponíveis nos links abaixo.
2ª aula: Após leitura realize uma  discussão sobre os textos suas características e objetivos com algum dos seus colegas (através do telefone ou rede social).
3ª e 4ª aula: Realize um fichamento (manuscrito) sobre o capítulo, evidenciando as idéias principais, conceitos mais importantes e teorias abordadas.
.


RECURSOS E/OU FERRAMENTAS:

Texto 1: WWW.unnicamp.br-aulas-numeros3.htm
Texto 2: LOCKE,jonh.segundo Tratado sobre o Governo.São Paulo:Martin Claret,2002

Atividade semana 11 a 15 de maio - 1º A e B


PLANO DE AULA
(PARA O PERÍODO DE AULAS NÃO PRESENCIAIS)
ANO LETIVO 2020 – 1º BIMESTRE
NOME DA UNIDADE ESCOLAR: E. E Dr. Gabriel Ribeiro dos Santos 
PROFESSOR: Aislan Dos Santos
CONTEÚDOS:
Orientação sobre covid 19.
Leitura de diferentes gêneros textuais sobre o tema Coronavírus.


ATIVIDADES A SEREM REALIZADAS:
1ª aula: Leia os textos disponíveis nos links abaixo.
2ª aula: Após leitura realize uma  discussão sobre os textos suas características e objetivos com algum dos seus colegas (através do telefone ou rede social).
3ª e 4ª aula: Após análise dos textos, responda as 5 questões da página 86 - Caderno aluno SP faz escola.


RECURSOS E/OU FERRAMENTAS:

terça-feira, 5 de maio de 2020

Nesse espaço estarão disponíveis todas as atividades da Disciplina de Filosofia.
Procure o marcador da sua série e professor.
Exemplo:
1º ano A - Professor Aislan - Atividade 1

Atividade Quinzenal - Prof. Vinícius Rondon

     Olá queridos, Segue o link:  Clique Aqui Abraços e boa semana!